Para muitos homens, o verdadeiro
sentimento da paternidade surge com
o nascimento do bebê. Durante o prénatal,
o seu papel foi de um importante
coadjuvante que ajudou sua mulher a
sentir-se protegida e segura.
Logo após o momento mágico do
nascimento, com o primeiro contato
físico com seu filho, inicia-se a
verdadeira carreira de pai. Nesta hora,
com ajuda de uma obstetriz experiente, os braços do homem dão apoio e
segurança para que seu filho comece a explorar seu corpinho dentro d'água.
Na água flutuando, o bebê é capaz de perceber-se como gente, sentindo
seus braços e pernas em um ambiente
semelhante ao da bolsa amniótica que
ele acabou de deixar, porém muito
mais livre e solto.
Esta rica experiência que marca o início dos laços familiares faz com que o pai estreite o vínculo com seu filho, que agora é alguém pelo qual se sentirá responsável.
Não existe recompensa maior para
uma mãe, depois de nove meses de
espera, do que ser capaz de nutrir seu
filho. E nada mais reconfortante para
o bebê do que ser alimentado por sua
mãe.
O vínculo emocional que se forma
neste processo é altamente gratificante para ambos. A mãe sente-se plena e
capaz de proteger e cuidar de seu rebento, e ao bebê é garantido um alicerce
seguro para seu desenvolvimento psicofísico-
emocional.
Uma maneira de a mãe perceber
a importância da amamentação, é
colocar o bebê para mamar logo pós o
nascimento. Este momento de esplendor
precisa de harmonia e de um ambiente
adequado. O ideal é que a claridade não
seja tão intensa e o som das vozes, por
sua vez, seja baixo para que o bebê sinta o clima de paz e harmonia. Logo ao
nascer o bebê é colocado sobre o corpo da mãe, num contato pele com pele.
Este contato inicial é tão intenso para ambos, que regulará a freqüência
respiratória e os batimentos cardíacos do bebê acalmando-o, e isto estimulará
os hormônios responsáveis pela lactação, despertando no bebê o instinto de
ir em busca do seio materno. É um
momento de pura emoção.
Amamentar é um ato de carinho. É um direito da mãe, e uma benção para o bebê.
O nascimento de um filho pode ser excelente e o único momento para se garantir a cura de eventuais doenças que podem se manifestar futuramente. Isto pode ser feito através do congelamento do sangue do cordão umbilical no momento do parto.
O sangue do cordão e da placenta são ricos em um tipo especial de células chamadas "células-tronco". São estas células que dão origem a todas as células do corpo, e estão presentes também na medula óssea de qualquer indivíduo adulto.
Normalmente, o cordão umbilical e a placenta são descartados após o parto, entretanto, atualmente já é possível coletarmos e armazenarmos o sangue do cordão por tempo indeterminado (o tempo comprovado de armazenamento é de 15 anos, mas os pesquisadores acreditam que, em breve, este tempo será estendido). A coleta para congelamento só pode ser feita na hora do parto. Antes de congelá-lo, porém, são feitos testes sorológicos para várias doenças transmissíveis, e, se alguma for detectada, o armazenamento não será possível.
A finalidade deste procedimento é que o sangue do cordão pode substituir a medula óssea, em casos de pacientes que necessitem de transplante de medula óssea. O transplante de medula é o tratamento de escolha para alguns tipos de câncer (ex.: leucemias, linfomas, mielomas) e para algumas doenças imunológicas.
Alguns pacientes não podem usar a própria medula, pois ela pode estar comprometida, e além disto, a coleta das células da medula é extremamente traumática, exigindo anestesia geral e processo cirúrgico. Os testes de compatibilidade são extremamente complexos, e a probabilidade de se achar um potencial doador de medula óssea é rara (1:4 entre irmãos e 1:40.000 fora da família). Portanto, o armazenamento dessas células-tronco serve para uso próprio e pode, também, beneficiar parentes próximos.
Com as células armazenadas há garantia de maior rapidez no tratamento e não haverá risco de rejeição após o transplante. Em 1988, foi realizado, com sucesso, o primeiro transplante de medula feito com células do cordão umbilical. Desde então mais de 1500 procedimentos já foram realizados mundialmente.
A utilização das células-tronco tende a expandir, já que as pesquisas neste segmento estão em franco desenvolvimento; existe uma linha de pesquisa, ainda em fase inicial, que estuda maneiras de estimular as células-tronco e transformá-las em diferenciadas, aquelas encontradas nos diferentes tecidos. Teríam-se, assim, a cura para várias doenças, pois se poderia substituir os tecidos doentes por sadios.
Hoje, já existem bancos públicos acessíveis a toda população, e neste caso a família abre mão do direito àquele cordão, doando o sangue colhido ao governo ou a uma entidade filantrópica que vai pagar por todo o procedimento de congelamento. Assim, crianças que necessitarem de um transplante de medula, e não tiverem um doador na família, poderão encontrar, neste banco público, células compatíveis com seu organismo.
A gestante deve tentar, dentro do possível, evitar distúrbios emocionais. Infelizmente, alguns são inevitáveis, em particular os relacionados à vida conjugal, familiar, social e financeira. Entretanto, outros podem ser evitados. A gestante deve evitar contatos ou conversas com amigos ou parentes que lhe venham incutir medo ou ansiedade, tais como relato de histórias complicadas sobre parto, sobre problemas obstétricos, e toda a sorte de informações errôneas ou de conselhos.
Em lugar disso, é mais importante estabelecer e manter boa comunicação com o médico. A paciente deve sentir que sempre tem alguém a quem recorrer e em quem confiar, caso necessite de alguma informação ou de esclarecimento sobre qualquer dúvida. Deve a gestante confiar no seu obstetra e no serviço médico, e discutir com ele tudo o que a preocupa e atemoriza.
Todos os assuntos merecem ser discutidos, sem distinção, inclusive os relativos a honorários, mesmo se a paciente tiver convênio ou seguro saúde até porque, podem existir restrições que não sejam do conhecimento do casal. Encargos financeiros, tais como despesas de internação, despesas do recém-nascido e preparação para a chegada do bebê, podem ser significativos. As consultas pré-natais visam esclarecer e orientar a paciente para que tenha uma gestação mais fisiológica, tranqüila, e dê à luz um recém-nascido em ótimas condições. Visam ainda prevenir e tratar moléstias que possam surgir durante a gravidez, bem como preparar as mesmas para o parto e para os cuidados com o recém-nascido.
As consultas devem se iniciar o mais precocemente possível, ocorrendo com intervalos de 4 a 6 semanas até o 7º mês e a cada 2 semanas ou semanais após isso. A gestante deve fazer exames de rotina já após a primeira consulta (sangue, urina, etc), e quando necessário deverá repetir alguns deles.
Em cada consulta, além do tratamento dos sintomas que eventualmente surgirem, é feito controle de peso, dieta, pressão arterial, crescimento do útero e batimentos cardíacos do bebê. Novas orientações, se necessárias, são dadas. A gestante não deve tomar nenhuma medicação diferente daquela recomendada sem antes consultar um médico.
Quaisquer sintomas ou dúvidas urgentes, que surgirem no intervalo entre as consultas, devem ser comunicados ao médico. Uma boa conduta é anotar as dúvidas não urgentes, para não esquecer de esclarecê-las na próxima consulta. Para isso, pode-se utilizar o espaço reservado no fim deste livro, o que tornará cada consulta mais objetiva e proveitosa.
Durante as consultas, a gestante terá esclarecimentos complementares quanto aos sintomas iniciais do trabalho de parto, o tipo de parto e a anestesia que receberá.
Perguntas, perguntas e mais perguntas.
A grávida se empolga, atinge o cume da felicidade, e quando está lá em cima, começa a surgir perguntas sobre o novo ser que cresce dentro dela, e sobre como vai ser a sua vida dali para a frente...
E outras tantas perguntas começam a persegui-la dia e noite...
No início da gravidez, as pessoas começam a olhar para ela com aquela expressão de: "está ficando gorda deste jeito, ou será que está grávida?!..." E aí pode vir a instabilidade emocional dos primeiros meses de gestação. As essências florais são alternativas naturais que podem ajudar no tratamento de alguns problemas que interferem no bem-estar da gestante. Depressão, ansiedade, mal-estar, agitação assim como outras tantas alterações no humor das grávidas são perfeitamente reduzidos, bem canalizados, ou até eliminados com o uso das essências florais.